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Consumo de chocolate na Páscoa deve ser moderado


Virose
A Páscoa é uma data festiva que faz a alegria de muitos, principalmente das crianças. Mas a nutricionista Cláudia Nascimento Cordeiro, da Medcenter Copacabana, adverte para o excesso de ingestão de chocolate.
De acordo com a especialista, embora o chocolate seja rico em nutrientes, seu consumo deve ser moderado, já que pode provocar ganho de peso e distúrbios gastrintestinais como diarreia, náuseas e vômitos. Segundo ela, o doce deve ser evitado por crianças com menos de 1 ano, e caso ocorra diarreia por causa do abuso da ingestão da guloseima pelos pequenos, sua suspensão dever ser imediata e hidratação com líquidos deve ser iniciada o quanto antes. “Se houver desidratação, deve-se procurar um hospital”, comenta.
Embora calórico, o chocolate saboreado com moderação faz bem para o corpo e para a mente. Seu consumo diário, de acordo com Cláudia, não deve ultrapassar 15 gramas.
“O chocolate contém nutrientes como cálcio, fósforo, proteínas e outros minerais necessários ao organismo e é fonte de antioxidantes (especialmente o amargo) que combatem os radicais livres”, explica a nutricionista. Ela acrescenta ainda que a guloseima também estimula a produção de serotonina, o que promove bem-estar e alivia a tensão.
Mais precaução e vigilância devem ter os pais de crianças com alergia a algum dos componentes do chocolate: “Nesses casos, o consumo do alimento deve ser suspenso e uma orientação médica deve ser obtida”, enfatiza a especialista. Sintomas como coriza, urticária, tosse seca e mal-estar devem ser monitorados para alertar sobre o limite da ingestão do doce.
Aqueles que têm intolerância à lactose podem procurar opções sem lactose, já disponíveis no mercado, e os diabéticos podem recorrer aos chocolates zero açúcar, “mas seu consumo deve ser bem moderado, porque eles têm uma quantidade de gordura maior do que o tradicional”, alerta Cláudia. Crianças com diabetes tipo 1 exigem atenção redobrada: “O excesso de açúcar do chocolate em diabéticos tipo 1 pode levar a um quadro conhecido como cetoacidose diabética, com altíssimas taxas de glicemia, desidratação e eventual necessidade de internação”, finaliza a nutricionista.