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O que influencia o aparecimento de micoses?


Micose
Cuidados simples de higiene ajudam a evitar a contaminação
Micoses são infecções causadas por fungos, cujo desenvolvimento é favorecido pelo calor e pela umidade. Elas atingem a pele, o cabelo e as unhas. Como explica a dra. Larissa Caiado, dermatologista da Medcenter, vamos abordar as quatro infecções fúngicas mais comuns: a candidíase, que ocorre na região oral, vaginal, peniana e intestinal; a tinea pedis, que se manifesta frequentemente nos pés, sendo a “frieira” (ou “pé de atleta”) sua forma mais comum; a pitiríase versicolor, muito frequente e que aparece, em geral, na parte superior dos braços, do tronco, das costas, do pescoço e do rosto; e onicomicose, que pode ocorrer tanto nas unhas dos pés quanto nas das mãos.

Grande parte da orientação para evitar o surgimento de micoses está relacionada com cuidados de higiene bem simples. Confira algumas dicas da dermatologista:
  • Secar-se bem após o banho, principalmente as dobras de pele, como as axilas, as virilhas e os dedos dos pés;
  • Não compartilhar objetos pessoais como pente, boné, roupa, toalha e calçado, bem como o material utilizado pela manicure;
  • Evitar andar descalço em locais com chão úmido;
  • Evitar contato prolongado com água e sabão e não ficar muito tempo com roupa molhada.
A dra. Larissa alerta que roupas e sapatos muito quentes e pouco ventilados também são facilitadores para a propagação de fungos. Trajes muito justos, que prejudicam a transpiração da pele, devem ser substituídos por outros, mais arejados, e peças feitas de fibras naturais devem substituir aquelas confeccionadas em tecido sintético.
Além desses cuidados que precisam ser adotados no dia a dia, o desenvolvimento das micoses está ligado a fatores variados, como alergias, sistema imunológico enfraquecido e consumo excessivo de açúcar. Como esclarece a dra. Larissa, o tratamento costuma durar de 30 dias a um ano. “As micoses podem ser debeladas com medicação de aplicação local (esmaltes, loções e cremes) ou por via oral. A terapêutica é prolongada e não deve ser interrompida antes do tempo indicado pelo médico, pois, mesmo com o desaparecimento dos sintomas, o fungo nas camadas mais profundas da pele pode resistir”, complementa a dermatologista.