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Qual a diferença entre dor cabeça e enxaqueca?


uma mão sendo examinada pelas mãos de um médico
Tire suas dúvidas e confira algumas dicas
Cefaleia. Este nome pode até soar estranho, mas seus sintomas são bastante conhecidos por muitas pessoas. Caracterizada por dor, incômodo e ardência, entre outros sinais, na cabeça toda ou em parte dela, até mesmo na face, com graus variados de intensidade – aguda (com duração de dias a semanas) ou crônica (pode durar meses ou anos) –, essa condição pode gerar muita confusão e angústia em quem dela sofre.
Afinal, é dor de cabeça ou enxaqueca? Para explicar essa e outras diferenças, o dr. Guilherme Spitz, neurologista da Medcenter, esclarece esse assunto.

Qual a diferença entre dor de cabeça comum e enxaqueca?
Esse questionamento ocorre muito. A dor de cabeça comum pode ser causada por diversos fatores: estresse; jejum prolongado; longos períodos à frente do computador ou do smartphone sem pausas; falta de sono; resfriados e rinossinusite, entre outros. Já a causa mais comum da cefaleia do tipo tensional, na maioria dos casos, é o estresse prolongado. Ela se caracteriza por uma sensação de aperto nos dois lados na cabeça, como uma pressão. Ela dura poucas horas. Reconhecer e evitar os fatores que geram a dor são medidas para impedir seu surgimento.
A enxaqueca – ou migrânea – é uma doença crônica, e não se sabe, ainda, por que ela começa e quais são seus mecanismos, porém, sua associação com o sistema vascular é conhecida: ocorrem aumento e diminuição repetidos de sua intensidade, que levam à dor que pulsa e à diminuição momentânea da atividade cerebral; ela começa em um ponto e se alastra pelo cérebro, por isso dizemos que ela “muda de posição”.

Quais são os sintomas da enxaqueca?
Como foi dito, são dores na cabeça que pulsam e mudam de posição e que ocorrem tipicamente em um lado da cabeça. A enxaqueca pode vir acompanhada de náuseas e vômitos, mal-estar e sensibilidade a luz, sons e odores e pode levar de horas a dias para cessar. Ela pode ser precedida de um fenômeno chamado aura, que se caracteriza por alterações visuais, como borramento na visão, flash e/ou a sensação de que algo passou pela visão.

Quais os riscos da automedicação para a enxaqueca ou dor de cabeça?
Praticamente todas as pessoas já tiveram dor de cabeça na vida – esta é uma das queixas mais comuns nos consultórios médicos e a primeira causa pela qual se busca atendimento de emergência no Brasil e no mundo. Por causa do fácil acesso a uma série de medicamentos, cada vez mais a automedicação se torna indiscriminada. Dessa forma, um efeito adverso do medicamento pode ocorrer, como a própria cefaleia. O consumo de remédios sem acompanhamento médico pode gerar cefaleia por uso indiscriminado de analgésicos, em que, em vez de melhorar o quadro, pioram as dores. Além disso, o uso crônico de analgésicos pode levar a outros efeitos adversos, como problemas no estômago e nos rins. Por esse motivo é recomendável procurar a unidade de saúde mais próxima sempre que houver dor de cabeça constante.

Quais os riscos da automedicação para a enxaqueca ou dor de cabeça?
Apesar de alguns hábitos e situações desencadearem quadros de dor, certas atitudes podem evitar esse sintoma desagradável. Veja dicas para a prevenção:
  • Evite os possíveis fatores desencadeantes ou agravantes das crises, como alterações nos hábitos de sono (dormir pouco ou em excesso); jejum prolongado ou não se alimentar nos horários de costume; excesso de exercícios físicos ou a falta deles; consumo de bebidas alcoólicas; cafeína em excesso, entre outros;
  • Trate comorbidades como hipertensão; depressão; ansiedade; glaucoma e sinusite;
  • Faça atividades físicas regularmente;
  • Tenha um padrão do sono regular e faça do sono um compromisso diário;
  • Evite o uso frequente de analgésicos e a automedicação;

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