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Incontinência urinária: saiba como prevenir e tratar o problema


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Mulheres idosas são o grupo mais afetado pela condição
A incontinência urinária – a perda do controle da bexiga – é um problema comum e muitas vezes embaraçoso. Estima-se que mais de 10 milhões de brasileiros sejam afetadas pela condição. A gravidade pode variar desde um vazamento ocasional de urina ao tossir ou espirrar até sentir uma vontade incontrolável e repentina de urinar.
Embora pareça, para alguns, um problema pouco relevante, quando começa a afetar as atividades diárias, o paciente não deve hesitar em buscar um médico. Para a maioria das pessoas, mudanças simples de estilo de vida ou cuidados médicos podem tratar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida.

Quais são as causas?

De acordo com o dr. Gabriel Campos, urologista da Medcenter Policlínica Copacabana, a incontinência urinária pode ser ocasionada por hábitos diários, condições médicas subjacentes ou problemas físicos. “Existem dois quadros distintos: o temporário e o persistente, cada qual com suas possíveis causas”, explica.
No caso da incontinência temporária, certas bebidas, alimentos e medicamentos podem atuar como diuréticos, estimulando a bexiga e aumentando o volume de urina, como álcool, cafeína, refrigerantes, adoçantes, chocolate e alimentos condimentados. Esse quadro também pode ser causado por uma condição médica de fácil tratamento, como infecção do trato urinário ou constipação.
Já o tipo persistente pode ser causado por problemas físicos subjacentes ou alterações, que incluem gravidez, parto, menopausa, aumento da próstata, câncer de próstata e distúrbios neurológicos.

Como diagnosticar?

O dr. Gabriel Campos explica que o diagnóstico é puramente clínico. “A queixa de perda de urina é suficiente para a identificação do quadro, que pode ser complementada com outros exames mais detalhados como diário miccional, pad test e estudo urodinâmico, para a quantificação da incontinência e definição da causa.”

Quais os grupos mais afetados?

A incontinência urinária também é mais frequente entre as mulheres, principalmente as com obesidade, histórico de múltiplas gestações ou cirurgias ginecológicas prévias.
Outro fator de risco relevante é a idade – o mal é mais comum em pessoas idosas. Já para os homens, o principal fator de risco é a cirurgia para o tratamento do câncer de próstata. No entanto, embora ocorra com mais frequência à medida que as pessoas envelhecem, a incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelhecimento.

Existe tratamento?

Há diferentes possibilidades de abordagem terapêutica para a incontinência urinária. Confira abaixo alguns exemplos:
  • Medidas comportamentais;
  • Fisioterapia pélvica;
  • Medicamentos;
  • Tratamento cirúrgico, com implante de telas ou dispositivos para contenção, em casos mais complexos.

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