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Transtorno do pânico: como identificar e se prevenir?


menina em pânico sentada no canto da sala com as mãos na cabeça
Estudos mostram que Brasil é o país mais afetado pela condição no mundo
Na última década, as buscas pela palavra “ansiedade” na internet apresentaram um evidente aumento. De fato, é cada vez mais comum nos consultórios ouvir pacientes que querem ajuda para esse transtorno. No entanto, quando os sintomas se tornam imprevisíveis e intensos, transformando as atividades comuns em desafio, é possível que o diagnóstico leve outro nome: síndrome do pânico.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país mais acometido pela condição no mundo – mais de 9% da população apresenta os sintomas da doença. Por isso, é preciso entender o problema e saber como agir ao identificar os primeiros sinais.

O que é?

O ataque de pânico (ansiedade paroxística episódica) é caracterizado por episódios de ansiedade inesperados e intensos, com forte sensação de mal-estar ou medo. As crises podem ocorrer em qualquer lugar, contexto ou momento e podem durar minutos. Isso acarreta intensas mudanças psíquicas que desencadeiam alterações profundas no comportamento do paciente. Quando esses ataques se tornam recorrentes e, portanto, impactantes na vida do indivíduo, gerando preocupação constante por conta das crises e pelo comportamento de esquiva, nomeia-se transtorno do pânico.

Como ocorre?

O Dr. Marcelo Chagas, psiquiatra da Medcenter, explica que diversos gatilhos podem desencadear esse distúrbio. “Situações como crises financeiras, separações, morte de algum parente, experiências traumáticas na infância e violência são exemplos comuns que podem estar por trás dos ataques de pânico. Acontecimentos impactantes não só abalam as emoções como também são os principais responsáveis pelo aparecimento de diferentes transtornos”, ressalta.

Por que acontece?

Segundo o especialista, no transtorno do pânico, regiões específicas do cérebro responsáveis pelo controle das emoções e da liberação de neurotransmissores, como a adrenalina – hormônio que prepara o corpo humano para a realização de grandes feitos ou situações extremas, como de fuga e luta –, são ativadas sem que haja um perigo real, provocando uma sensação de medo e mal-estar intensa.

Sintomas

Os principais sintomas de uma crise de pânico são:
  • aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração;
  • falta de ar;
  • pressão ou dor no peito;
  • palidez;
  • suor frio;
  • tontura;
  • náusea;
  • pernas bambas;
  • formigamento;
  • tremores;
  • calafrios ou ondas de calor;
  • sensação de estar “fora do corpo”;
  • medo de morrer ou de “perder o controle”;
  • desmaio ou vômito no pico da crise.

Como tratar?

Segundo o Dr. Marcelo Chagas, o tratamento para o controle da enfermidade se dá por meio de psicoterapia e medicações como antidepressivos e ansiolíticos, que podem variar dependendo da intensidade da doença, que, por sua vez, difere de paciente para paciente.
Confira as principais recomendações e observações a respeito da condição:
  • o diagnóstico do transtorno do pânico pode demorar a ocorrer, pois alguns sintomas físicos da doença podem ser confundidos com sinais característicos do infarto, o que faz com que os pacientes busquem atendimento de emergência;
  • aprenda técnicas respiratórias;
  • pratique atividades físicas;
  • não se medique nem recorra ao consumo de álcool ou de outras drogas para aliviar os sintomas do pânico;
  • procure assistência médica e psicológica.
Após a realização de alguns exames, o médico pode pedir avaliações complementares, como a biópsia, que poderá confirmar a presença de tumor.
Então, ao chegar a uma idade avançada, é de grande importância procurar um médico especialista para obter mais informações e realizar os exames apropriados.

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